Chega um ponto em que você não dá mais conta sozinho. Contratar é sinal de crescimento, mas exige conta na ponta do lápis: o custo real de um funcionário é bem maior que o salário combinado. Veja o que entra nessa conta.
O salário é só o começo
Além do valor acertado, entram no custo mensal:
- FGTS depositado sobre a remuneração.
- Provisão de 13º salário, que você deveria guardar todo mês.
- Provisão de férias mais o terço constitucional.
- Benefícios previstos na convenção coletiva da categoria, como vale-transporte e vale-alimentação.
- Contribuição previdenciária patronal, que no Simples varia conforme o anexo.
Uma boa regra de bolso é considerar que o custo total fica bem acima do salário nominal. Fazer essa conta antes evita apertar o caixa no terceiro mês.
A convenção coletiva manda
Cada categoria tem a sua convenção, com piso salarial, benefícios obrigatórios e regras próprias. Ignorar isso é passivo trabalhista garantido. Antes de definir o salário, verifique a convenção aplicável à sua atividade.
Passo a passo para contratar
- Defina a função e verifique o piso da categoria.
- Peça os documentos e faça o exame admissional.
- Registre o funcionário e formalize o contrato.
- Cumpra as obrigações digitais de admissão junto ao seu contador.
- Organize o controle de ponto e a rotina de folha.
E o PJ, não sai mais barato?
Contratar PJ para uma função que, na prática, é de empregado gera risco de reconhecimento de vínculo, com cobrança retroativa de tudo. Vale entender bem os dois modelos antes de decidir. Veja contratar CLT ou PJ.
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Conteúdo informativo, não substitui a orientação personalizada de um contador. Regras e valores mudam, confirme sempre nas fontes oficiais ou com o seu contador antes de decidir.
